26.06.2020

Diálogo Feminista: Não existe "futuro do trabalho" se não houver respeito pela natureza.

O projeto global da Friedrich-Ebert-Stiftung, “O Futuro é Feminista” trabalha com feministas da África, América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio para desenvolver visões positivas para um futuro melhor e analisar, em particular, os efeitos da digitalização e o futuro do trabalho.

O grupo de trabalho "Alternatives Feministas além dos Modelos de Desenvolvimento: Colocando a Vida no Centro" é facilitado pela FES Moçambique e pretende aprofundar a reflexão sobre o paradigma de desenvolvimento neoliberal predominante no contexto do futuro do trabalho. O diálogo criado entre feministas de Gana, Argélia, África do Sul, Uruguai e Tailândia, revistou os padrões dos discursos de desenvolvimento na nova era do capitalismo digital, e tentou olhar criticamente para o que está por detrás das promessas de um "admirável mundo "que os optimistas digitais tem anunciado. 

Em uma edição especial da Série Diálogos Feministas, duas feministas membros do grupo de trabalho, a ecofeminista Uruguaia Lucía Delbene Lazama e a académica feminista Tailandesa Romyen Kosaikanont, apresentam sua análise de alternativas ao capitalismo moderno extrativista e o caminho para um possível futuro feminista, que coloca a vida no centro, com base na sua influência regional.  

Poderá ler o artigo na íntegra aqui .

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